(narrado pela Guigui)
- Javi, eu amo-te mais que tudo, tu sabes disso. Foi muito difícil decidir, em parte porque esta viagem é um sonho que sempre tive, mas principalmente porque sei que é difícil estar longe de ti. Já és parte de mim, não sei como é passar mais que um dia longe de ti. Mas eu tinha mesmo que decidir, isto estava a dar comigo em doida…
- Princesa, ‘tás-me a deixar ansioso. O que é que decidiste?
- Eu vou aceitar amor… - quando proferi estas palavras vi o seu olhar baixar. Levantei-me do meu lugar e dirigi-me para ao pé dele. Puxei a cadeira e sentei-me ao seu lado, levantando o seu rosto com as minhas mãos – Amor, diz alguma coisa. Diz que me compreendes, que me apoias…
- Margarida, eu compreendo-te e apoio-te, seria egoísta se não o fizesse, mas tenho que admitir que vou sentir uma saudade enorme, vou sentir a tua falta. Mas vai passar rápido e eu vou estar aqui à tua espera, porque te amo.
- Obrigado amor. Eu prometo que vai passar rápido e que te vou ligar sempre que possa, combinado? – afastei a cadeira dele e sentei-me ao seu colo, de frente para ele.
- Nem te perdoava se não o fizesses. Quando é que partes?
- Dia 28.
- E dura 15 dias, não é?
- Sim. Volto dia 12.
- Então temos pouco mais de uma semana para aproveitar antes de eu morrer de saudades, não é? – ao acabar de falar começou a beijar-me vagarosamente o pescoço, começando a descer na direcção do meu peito, enquanto as suas mãos subiam por dentro da minha camisola.
- Amor, vamos acabar de jantar… - sussurrei-lhe ao ouvido.
- Prefiro saltar já para a sobremesa… - ouvi-o soltar uma pequena gargalhada.
- Ai é? Vamos ver se a sobremesa é boa…
Sorrimos os dois antes de nos beijarmos. As minhas mãos começaram a desapertar-lhe a camisa, calmamente, botão a botão, enquanto acariciava cada milímetro do seu peito. Já conhecíamos perfeitamente o corpo um do outro, o que fazia com que aqueles momentos se tornassem cada vez mais naturais. O que parecia uma noite como qualquer outra transformou-se numa noite em que todo o desejo que sentíamos um pelo outro nos guiou ao limite máximo do prazer, um limite que nós próprios desconhecíamos. Acabámos por adormecer ía a noite já avançada. O dia de terça-feira correu normalmente, o Javi passou o dia entre o Centro de Estágio e a casa do Roberto. Eu passei o dia no bar e aproveitei para ligar ao Saca a avisá—lo que aceitava fazer a viagem com ele. Ele ficou felicíssimo e começou logo a dizer que eu ía adorar, a contar-me como aquilo era. A alegria dele começou a contagiar-me e quando dei por mim já estava com um sorriso estúpido na cara e a imaginar o que ele me contava. Ao fim do dia ía a caminho de casa quando o Javi me ligou a dizer que tinha combinado com o Roberto jantarmos lá em casa. Assenti e dirigi-me a casa do Roberto. O jantar foi animado, a Belise estava super eléctrica e tornava-se cada vez mais engraçada. Corria de um lado para o outro, saltava de colo em colo, ía caindo e levantava-se sempre com um sorriso maravilhoso na cara. Acabámos por ir cedo para casa, uma vez que eles iriam para estágio no dia seguinte de manhã. No dia seguinte acordámos cedo, levantámo-nos e levei o Javi ao estádio antes de me dirigir ao bar. Como era cedo aproveitei para surfar enquanto não eram horas de abrir o bar. O mar estava perfeito para uma grande manhã de surf. Estava a disfrutar imenso daquela surfada quando me apercebo de alguns surfistas a chegarem à praia. Aproveitei a chegada deles para sair, uma vez que começava também a aproximar-se a hora de abrir o bar. O dia correu normalmente. O meu irmão e a Carol foram almoçar comigo, contei-lhes a novidade e também eles me contaram que tinham encontrado casa para eles e iam começar a fazer as mudanças no dia seguinte. Fiquei feliz por eles. O resto do dia correu normalmente e ao fim da tarde dirigi-me ao estádio. O jogo correu super bem, o Javi abriu o marcador com um golaço. Mal acabou de marcar o golo vi-o dirigir-se para o lado do nosso camarote e apontar enquanto me sorria e beijava a nossa tatuagem. Sorri-lhe de volta e também eu beijei a nossa tatuagem. O jogo terminou com uma vitória do Benfica de 3 – 2. No final do jogo desci para a sala de espera, juntamente com a Marta, a Clara, a Sara e a Romi. Combinámos jantar juntos num dos restaurantes da Costa da Caparica, à beira-mar, uma vez que eu queria contar-lhes a novidade. Assim que chegámos ao restaurante entrámos, fizemos o pedido e enquanto esperávamos aproveitei para lhes contar a novidade. A maior parte deles ficaram felizes por mim e deram-me apoio. Agradeci o apoio de todos e, individualmente, o do David e do Saviola. O jantar foi animado, já no final fui à casa-de-banho e quando saí vi a Sara encostada à parede.
- Querida, tens a certeza que é essa a melhor decisão a tomares?
- Não sei Sara, sei que é o que quero fazer e que senti apoio da parte do Javi. Não posso ter a certeza de mais nada.
- Tu é que sabes Guigui… Não te esqueças é que o Saca ainda gosta de ti.
- Não digas disparates Sara…
- Tu é que sabes querida.
Quando terminou de falar entrou na casa-de-banho e eu fiquei ali, sem saber o que fazer ou pensar. Eu sabia que em parte ela tinha razão, mas tudo o que eu precisava naquele momento era um bocadinho de apoio e compreensão. Saí dali passei pela mesa e disse ao Javi que ía um pouco até à rua. Ele ainda me perguntou se queria que ele viesse comigo, mas eu precisava de estar um pouco sozinha. Mal abri a porta do restaurante o vento gelado que se fazia sentir arrepiou-me da cabeça aos pés. Olhei para o lado e vi alguém a fumar. Cravei um cigarro e sentei-me no banco mais próximo a disfrutar daquele momento. Era das poucas coisas que me acalmava e me obrigava a pensar. A certa altura ouvi passos atrás de mim. Ignorei, aquele momento silencioso a ouvir apenas o barulho das ondas a rebentar estava a relaxar-me.
- Que é que cê ‘tá fazendo aqui garota?
- A pensar… - mantive o meu olhar preso no infinito. Senti-o aproximar-se mais e sentar-se ao meu lado. Tirou-me o cigarro da boca e segurou-o à minha frente.
- E isso…? – tentei tirar-lhe o cigarro de novo da mão, não conseguindo.
- Deixa-me David, preciso de pensar…
- Guigui, cê é mais inteligente que isso… Não é isso que vai fazer você pensar… - atirou o cigarro para a sua frente e pisou-o. Pousei os pés no banco e rodeei as minhas pernas com os braços, deixando a minha cabeça cair sobre os joelhos. Senti o David pousar o seu braço à volta das minhas costas e abaçar-me suavemente – Pensava que cê ‘tava feliz…
- E estava David, ou pelo menos pensava que sim… - levantei o meu rosto e encarei-o. Do meu rosto caíam já algumas lágrimas.
- Cê quer falar? Já sabe que eu ‘tou aqui se precisar.
- Quem diria, tanta implicância e tornaste quase o meu melhor amigo.
- Quase?! Ué, não sou já?
- Obrigado David, a sério.
- Cê não tem que agradecer. Só não quero ver você assim. Se quiser falar eu ‘tou aqui, se não quiser ‘tou na mesma.
- Não sei se tomei a decisão certa… Eu amo-o David, tenho medo que nos chateemos por causa disto. É a última coisa que eu quero.
- Guigui, já te falei. O Javi te ama, ele ‘tá feliz vendo você feliz. Não fica pensando bobagem. Vai, se diverte e volta rápido.
- O Javi anda estranho, David. Não te sei explicar, parece que tem medo de qualquer coisa. Eu sei que também tenho andado meio na lua, estas coisas têm-me deixado assim…
- Coisas?! Que coisas?...
- A viagem. – ups, já tinha falado de mais…
- E…? Cê ía falar mais qualquer coisa…
- Não ía nada, impressão tua…
- Cê que sabe se não quer falar, mas não me engana que eu já te conheço…
- ‘Tou tramada contigo… Isto não sai daqui, ouviste?
- Fica descansada, minha boca é um túmulo…
- A minha mãe não aprova o meu namoro com o Javi.
- Não vai contar p’ró Javi?
- Não sei o que fazer David… O meu irmão esteve anos sem falar com a minha mãe. Finalmente quando voltaram a falar a minha mãe fez o favor de demonstrar o desagrado dela com o meu namoro. Resultado: o meu irmão voltou a cortar relações com ela. Ele sempre foi super protector comigo, apesar de não ter estado presente durante a minha adolescência. Lembro-me quando era miúda, se alguém se metia comigo ele entrava em minha defesa.
- É, dá p’ra ver a vossa cumplicidade. Eu também sou assim com a Belle, mesmo que não possa ‘tar com ela me preocupo sempre. Mas isso da sua mãe é pior… Cê não devia esconder isso do Javi.
- Eu acho que ele desconfia, era difícil não se ter apercebido de nada no Domingo quando estivemos lá. Mas com que cara é que eu lhe vou dizer que a minha mãe não aprova o nosso namoro? Ainda por cima depois de ver a forma espantosa como os pais dele me acolheram… Não tenho coragem David, não agora…
- Cê é forte garota, vai ver que consegue. Há coisas que a gente não pode esconder de quem ama, mesmo que isso magoe as pessoas… - notei-o um pouco pensativo, o que me fez lembrar-me de uma coisa.
- David, posso-te fazer uma pergunta?
- Já fez uma mas pode fazer outra.
- O mercado de transferências já abriu, já começaram a sair notícias… Já sabes o que vais fazer?
- Sinceramente? Não faço ideia. Sei que o presidente já recebeu algumas propostas, o Giuliano também já me informou disso. Mas não sei, como sempre disse, o meu futuro a Deus pertence… Vamos para dentro?
- Essa tua fé em Deus às vezes irrita-me David Luiz! Só te digo, se te vais embora ‘tás feito comigo!
- Guigui, se eu for vocês vão todos no meu coração, disso pode ficar descansada.
- Espero bem que sim. Vá, vamos para dentro. Obrigado por tudo David.
- Não tem que agradecer.
Seguimos para dentro, o jantar estava animado. Dirigi-me para ao pé do Javi e sentei-me, não sem antes o beijar.
- Passa-se alguma coisa princesa? – segredou-me ao ouvido.
- Não amor, ‘tava só na conversa com o David. Amo-te.
- Eu também guapa. – aproximou o seu rosto do meu e beijou-me. Um beijo calmo, cheio de amor, no verdadeiro significado da palavra.
- Bem pessoal, começa a ficar tarde… Vamos embora? – perguntou a Clara entretanto.
Todos assentimos, pagámos e fomos embora. Despedimo-nos e caada um dirigiu-se ao seu carro, enquanto nós os víamos afastarem-se. Apesar do frio que se fazia sentir, estava uma noite agradável, visto que não havia vento. O Javi colocou o seu braço à volta da minha cintura, puxando-me mais para si. Dirigimo-nos até ao carro, o Javi ía a dirigir-se para o lado do condutor quando parei e fiquei a olhá-lo.
- Ouve lá, onde é que pensas que vais? – ele olhava-me confuso.
- Não é para irmos para casa princesa?
- Sim. Só não estou a perceber o que é que estás a fazer a ir para esse lado do carro.
- Não te estou a perceber…
- Quem não te está a perceber sou eu… - caminhei até junto da porta do condutor e abri-a, preparando-me para entrar.
- Hey! ‘Tás-te a esquecer que o carro é meu, não?
- E tu ‘tás-te a esquecer que mo emprestas-te? Vá, entra mas é no carro que já está a ficar tarde.
- Tão teimosa que tu és!
Aproximou-se de mim, beijou-me e dirigiu-se ao lugar do pendura assim que fechou a minha porta. Ele entrou no carro e eu arranquei. Decidi picá-lo mais um bocado e, mal entrámos na via rápida, acelerei a fundo.
- Guapa, não achas que te estás a esticar?
- ‘Tás com medo bebé? – desviei o olhar da estrada e olhei para a sua cara. Ao ver o seu ar assustado soltei uma sonora gargalhada – Isso é mesmo medo?
- Nada de gozar, sim? Vá, abranda lá que eu não estou com pressa de chegar a casa…
- Ficas tão fofo com essa cara de mariquinhas amor… - coloquei a minha mão no seu colo e fiz-lhe a vontade, abrandei.
O resto da viagem foi rápida. Chegámos a casa e dirigimo-nos ao quarto. Arranjámo-nos e deitámo-nos abraçados um ao outro. Os dias seguintes correram bem. Eu comecei a preparar as coisas para a minha viagem. Estava super entusiamada e notava que o Javi estava a ficar feliz por me ver assim. O meu irmão e a Carol já se tinham mudado para a casa deles, no entanto eu ainda não tinha regressado para minha casa, já estava demasiado habituada a ficar em casa do Javi, além disso sabia que não agradava muito à Clara a ideia de o Buba ir lá para casa. O projecto estava a começar a desenvolver-se mais e a roubar-me mais tempo, razão pela qual tinha decidido, juntamente com o Ico, contratar mais uma pessoa para o bar. Basicamente os meus dias resumiam-se a ir durante a manhã para o bar, e à tarde dividia o meu tempo entre o projecto, o Javi e os preparativos para a viagem. No dia 27 o Ruben fez anos e organizou um jantar em casa da Bela, na Costa. Quando chegámos a casa mal dormi, andei de um lado para o outro a confirmar se tinha tudo. O avião partia às 8h, o que fazia com que eu precisasse de estar no aeroporto por volta das 6.30h. Saímos de casa do Javi eram praticamente 6h e dirigimo-nos ao aeroporto. Eu tinha-lhe dito que podia ir com o Saca para o aeroporto, no entanto ele insistiu que me queria levar, assim podia passar mais um bocado de tempo comigo. Quando chegámos ao aeroporto o Tiago já lá estava. Fomos ter com ele e fizemos o check-in. Enquanto esperávamos pela hora de embarque decidimos tomar o pequeno-almoço. Quando chegou a hora de embarque vi o Saca afastar-se, dando-nos espaço para nos despedirmos um do outro.
- ‘Tá na hora amor…
- Parece que sim princesa. Vai-me avisando de onde andas, cada vez que fizeres escala, ok?
- Sim giraço.
- E avisa quando chegares…
- Sim…
- E liga-me sempre que puderes. Vou morrer de saudades. – deu-me um abraço forte e beijou-me o pescoço – Juízo! E tem cuidado contigo! Quero a minha namorada inteirinha de volta, sim? – afastou-se e olhou-me nos olhos.
- Amor, fica descansado. Amo-te. Também vou morrer de saudades, mas vais ver que passa rápido.
- Espero que sim. Diverte-te princesa. Amo-te.
Sorri-lhe e de seguida dei-lhe um forte abraço. Afastei-me e dei-lhe um beijo carregado de amor e saudade. Ainda não tinha me tinha separado dele e a saudade já começava a apertar. Tinha a noção que deviam estar vários olhos postos em nós, no entanto não me importei minimamente. Desfrutei daquele beijo o máximo que pude até que me afastei ligeiramente. Senti uma lágrima escorregar ao longo do meu corpo ao mesmo tempo que o Javi a limpava com o seu polegar. Dei-lhe mais um leve beijo nos lábios e sorri-lhe.
- Amo-te. – disse-me com aquele sorriso maravilhoso – Volta rápido!
- Amo-te meu amor. – sussurrei. Um sussurro quase inaudível.
O nosso abraço começava a soltar-se. Eu afastava-me lentamente, andando de costas, tentando manter aquela imagem diante dos meus olhos. As nossas mãos começavam a soltar-se e a distância entre nós aumentava. Beijei a nossa tatuagem antes de virar costas. Caminhei até junto do Saca. Dirigimo-nos aos seguranças e fomos revistados. Quando ultrapassei aquela barreira olhei novamente para trás e vi-o ainda lá, a sorrir-me. Sorri-lhe de volta e virei-me de novo em direcção às portas de embarque. Entrámos, enquanto eu sentia um aperto no meu coração. Sentámo-nos nos nossos lugares, preferi ficar do lado da janela e, assim que me sentei e coloquei o cinto, fiquei a olhar para o infinito.
- Vai passar rápido Guigui… E vais ver que vais adorar.
- Eu sei. Obrigado Tiago! – tentei sorrir-lhe, mas assim que voltei à realidade desatei num choro compulsivo.
Senti-o abraçar-me tentando acalmar-me. O avião começou a encher. As hospedeiras deram as instruções e finalmente descolámos. Fiquei a olhar pela janela à medida que subíamos. Assim que o avião estabilizou encostei-me ao Tiago e adormeci. Despertei passado umas horas, assim que chegámos a Londres para fazer escala. Assim que saí do avião liguei o telemóvel e enviei uma mensagem ao Javi a avisá-lo que tinha chegado a Londres. Corremos o aeroporto de ponta a ponta, tínhamos que fazer o check-in de novo. Assim que ultrapassámos as barreiras de segurança e chegámos à zona de embarque não queria acreditar em quem os meus olhos estavam a ver.
Olha lá agora quero saber quem é que ela viu!!!
ResponderEliminarContinua....
Beijos :D
Eu logo vi que a menina guigui ia fazer das dela.
ResponderEliminarOnde já se viu acabae assim um capitulo?
O Javi anda a afetar-te a cabeça (a)
Adorei, está lindo ;D
Beijinhos*
o que será que ela viu? hum... agora tou curiosaa!:D
ResponderEliminartá espectacular, continua guigui! :D
beijinhos
Diana
Ahhhh agora quero saber o que ela viu!!
ResponderEliminarEstá lindo, quero mais! :D
Beijinhos ^^
Eu já andava ansiosa pelo desfecho da decisão da viagem, mas nao sei se fiquei melhor, agora no que isto vai dar?????
ResponderEliminarA conversa com o David foi muito engraçada e a Guigui a fumar????
E o final... tenho uma suspeita, mas preferia que não fosse...
Muito bom, mesmo muito bom...
Continuo curiosa e quero mais :) :) :)
Beijinhos minhas lindas.
Olha a Elsinha! :) Saudades...
ResponderEliminarÀ Guigui e à Clara só tenho a felicitar pelas histórias, a forma como as contam e as interligam. Parabéns!
Assiduamente aqui a ler-vos. :)
Bjs*
Olá, adoro a fic!
ResponderEliminarÉ fantástica, nunca me canso de ler xD
Agora gostava bastante de saber o que ela viu! Tou curiosa :)
Publiquem mais sim?
Continuem a escrever :)
Beijinhos grandes