(Narrado pelo Ruben)
A Clara estava a dar comigo em doido, depois daquela chatice que tivemos ela andava estranha. Sempre a falar de trabalho, a chegar atrasada aos nossos encontros e a evitar passar a noite comigo. Para completar tinha desmarcado o jantar que tínhamos para esta noite, depois do treino e como o David notou que eu estava chateado desafiou-me para irmos jogar uma partida de bowling. Jantámos na Costa da Caparica e de seguido dirigimo-nos para o Colombo.
- Está tudo bem contigo e com a Sara? – perguntei.
- Sim, ela hoje tinha algo combinado. Cadê a Clara?
- Não sei, tínhamos combinado de ir jantar mas à tarde ligou-me a desmarcar. Nem sequer me disse porque o fez… Eu ando-me a passar mano, ela agora só pensa em trabalho e arranja todas as desculpas para não estarmos juntos…
- A garota é louca por você, vai ver que é só uma fase, vai passar logo.
- Espero que sim…
- Pera lá… - vi o David a olhar para alguém.
- Que se passa mano?
- Olha ali, são elas…
- Ya.
- Parece que fomos trocados manz… - dizia a rir
- Pois…
Reparámos que elas estavam a ver uma montra, a Sara puxou a Clara para dentro da loja e começaram a ver as vitrines. Elas estavam na ourivesaria onde eu tinha comprado o anel para dar à Clara, vi que pararam numa das vitrines e chamaram a empregada. Devem ter pedido algo à empregada pois esta afastou-se voltando momentos depois com algo na mão.
- Puto, vamos lá…
- Não sei se é boa ideia não. Elas quiseram vir sozinhas manz, cê acha que não vai ser estranho a gente aparecer assim do nada.
- Não me interessa, cá para mim a Sara está a dar com a língua nos dentes.
- Quê?
- Sim, está a mostrar à Clara o anel que comprei… Anda daí…
Entrámos na loja sem elas nos verem, quando nos aproximámos vi a Clara com o anel no dedo. Elas falavam de casamento e de repente oiço algo que me deixou estático: a Clara afirmava que era capaz de casar comigo e que se eu lhe aparecesse no momento, ela não tinha como negar o pedido.
- Não?! – perguntei surpreendido com o que acabara de ouvir.
- Ruben?! – disse ela atrapalhada, tirando o anel do dedo e dando-o à funcionária da loja – Muito obrigado, foi só mesmo para ver. - saímos da loja e ela continuava atrapalhada – Mas o que é que vocês estão aqui a fazer?
- Olha, eu pergunto o mesmo… Que é que estavam a fazer ali dentro?
- Nada, ideias parvas da Sara. Vieram fazer o quê?
- Sim, não me disseste que vinhas aqui! – dizia a Sara ao David.
- Cê também não disse que vinha aqui, amor.
- Nós fomos deixados pelas nossas namoradas e resolvemos vir jogar bowling. E vocês, despacharam-nos para quê? – perguntei.
- Viemos jantar as duas e conversar um bocado, íamos aproveitar para fazer umas comprinhas… - respondeu a Clara.
- Amor, agora eu não vou largar mais você não, cê agora vem comigo… - dizia o David.
- Clara, o que estavam ali a fazer? – perguntei novamente.
- Nada, estivemos a ver uma coisa. Olha, vocês vão indo para o bowling que eu já vou lá ter. – disse-nos afastando-se rapidamente.
- Clara, espera aí… - pedi-lhe, no entanto ela não ligou e fugiu.
(Narrado pela Clara)
Aquela voz atrás de mim assustou-me, ainda para mais sabendo eu de quem se tratava. Apressei-me a sair da loja e tirar aquela ideia da cabeça do Ruben, ele não se ficou e insistiu no assunto. Eu disse-lhes para irem indo para o bowling, que eu tinha que fazer uma coisa antes. Assim foi, segui para a casa-de-banho mais próxima e tentei acalmar-me, esfriar a cabeça e pôr a ideias no lugar. Sabia que não ia conseguir negar um pedido caso ele o fizesse e não queria correr o risco de ele o fazer. Fui até ao carro e meti-me lá dentro, ia a ligá-lo quando o meu telemóvel toca.
- Estou?
- Amor, ainda demoras?
- O quê? – perguntei confusa.
- Ainda demoras a vir ter connosco? Já começámos a jogar e eu estou a jogar na tua vez. Demoras ou não?
Bolas! Não tinha coragem para lhe dizer que ia embora.
- Sim, vou já ai ter…
- Até já princesa.
- Até já.
Saí novamente do carro e segui em direcção ao FunCenter.
- Onde foste amor?
- Fui ver uma coisa numa loja e depois fui à casa de banho.
O jogo foi super divertido, esteve renhido a maior parte do tempo e por isso mesmo as provocações eram imensas. O David e o Ruben pareciam duas crianças tal era a disputa, acabou por ganhar a Sara ficando eu em segundo lugar. Eles ficaram com uma azia tremenda:
- Assim não vale, vocês tiveram sorte.
- É isso aí, cês se uniram contra à gente.
- Vocês é que pensam que são os maiores e subestimaram as adversárias. – dizia a Sara.
- Sim, vocês metem-se nas vossas disputas, do “eu sou melhor que tu” e “quem vai ganhar sou eu”, depois perdem os dois. É bem feita…
Eles não se ficaram e continuaram a chatear-nos, resolvemos ir embora pois já estava a ficar tarde. O Ruben foi comigo e o David levou a Sara, despedimo-nos deles e seguimos para casa.
- Amor, quando é que te mudas lá para casa?
- O quê?!
- Sim, quando é que te mudas? Tínhamos combinado que ias lá para casa…
- Tínhamos falado nisso quando pensávamos que eu estava grávida, agora não faz sentido.
- Mas não faz sentido porquê? Não estamos juntos? Que mal é que tem ires lá para casa?
- Não tem mal nenhum, mas ainda não é já. Temos tempo para isso, porque é que tem que ser agora?
- Fogo Clara! Andas sempre metida no trabalho, temos tido pouco tempo para estarmos juntos. Vem lá para casa, assim temos mais tempo e ainda por cima podes trabalhar às horas que queres…
- Tira isso da tua cabeça, ainda não é altura de irmos morar juntos. Tudo a seu tempo, ainda por cima eu para sair de casa não é nestas circunstâncias.
- Estás a falar de quê?
- Estou simplesmente a dizer-te para tirares a ideia daí, que quando for para sair de casa é para algo certo, e não para uma experiência.
- Isso quer dizer que só vais morar comigo quando casarmos?
- Isso quer dizer que só vou morar contigo quando tiver a certeza que é para o resto da vida, sim isso vai acontecer quando casarmos, se casarmos…
- Se?! Duvidas que isso vai acontecer?
- Não sabemos o dia de amanhã Ruben, hoje podemos estar felizes mas amanhã…
- Não percebo essa tua mania de pensares que algo de mal vai acontecer…
- Só gosto de estar prevenida… - disse ao parar o carro em frente ao prédio do Ruben – Chegámos…
- Posso-te perguntar uma coisa?
- Claro…
- Hoje na loja, aquilo que tu disseste…
- Aquilo saiu, estava anestesiada pelo momento. Ver aquele anel no meu dedo… Não te sei explicar, eu amo-te e sim a verdade é que quero muito casar contigo.
- Então amor, porque não?
- Dou-te várias razões amor, a mais óbvia de todas é que nos conhecemos há apenas 5 meses. Achas que já nos conhecemos assim tão bem…
- Acho que te amo, quer dizer, tenho a certeza que te amo e que quero ficar contigo. E conheço-te bem sim, por isso sei que não te vou convencer, adoro o facto de seres ponderada, embora isso por vezes jogue contra mim. Posso não te conhecer na totalidade, mas sei que nada do que não conheço vai interferir com a nossa relação.
- Não digas isso amor, não sabemos o dia de amanhã.
- Vá, vamos para dentro. Acabamos a conversa lá dentro. – ele fez tensões de sair do carro mas eu não me mexi.
- Amor?!
- Não Clara, nem penses.
- Ruben, por favor…
- Não, tu vais ficar comigo…
- Ruben, eu tenho que trabalhar amanhã.
- Levantas-te amanhã e vais trabalhar, mas hoje vais ficar comigo.
- Amor, compreende-me por favor, facilita um bocadinho.
- Hoje não, hoje quero-te comigo…
- Não vais facilitar mesmo?!
- Desculpa mas não. Tu ultimamente andas sempre a fugir-me, quero que fiques comigo…
Saímos do carro e fomos para sua casa. Deitámo-nos e a verdade é que aquelas noites com ele tornavam-se um vício, um vício bastante bom. As noites foram todas passadas com ele até ao seu dia de anos, não vivíamos juntos mas aos poucos ele estava a convencer-me. Eu ia a casa apenas para tomar banho e mudar de roupa. No dia 27 acordei ao lado dele, como ele ainda dormia resolvi ir até à cozinha preparar o pequeno-almoço. Arranjei o tabuleiro e levei para o quarto.
- Acorda bebé…
- Humm…
Dava-lhe pequenos beijos na sua boca ao mesmo tempo que lhe dava festinhas.
- Dorminhoco, acorda lá… Depois podes voltar a dormir.
- É tão bom acordar assim… Anda cá, dá-me só mais um beijinho…
- Não… - ia a levantar-me da cama quando ele me puxou, abraçou-me e deitou-me sobre a cama ficando ele sobre mim.
- Vais-me negar um beijo no dia de anos?
- Não podes ter tudo o que queres…
- Ai é? – começou a fazer-me cócegas e eu contorci-me, tentei afastar-me mas ele tinha mais força que eu.
- Amor, por favor… - ele continuava a fazer-me cócegas sem ficar sensibilizado com o meu sofrimento – Ruben Filipe, deixa-me em paz! Olha que logo não levas a tua surpresa…
A verdade foi que ele parou. Tal como eu, ele era super curioso e também adorava surpresas. Deixou-se ficar em cima de mim e beijava-me de uma forma bastante carinhosa.
- Vá, anda lá comer. Por tua causa vou chegar atrasada ao trabalho…
- Porque não faltas ao trabalho hoje? Fica comigo…
- Amor, não posso, sabes disso. Tu também tens treino, não podemos estar juntos…
- Almoças comigo então? Só os dois?!
- Humm, adorei essa ideia. Vá, mas agora vamos tomar o pequeno-almoço que eu tenho que me despachar. – levei o tabuleiro para cima da cama e comemos.
- Estava óptimo amor, obrigada…
- De nada meu bebé lindo. Olha, como é logo? Vou ter a casa da tua mãe?
- Sim, eu vou para lá quando acabar o treino e tu também vais lá ter…
- Ok. – arranjei-me para trabalhar e depois de me despedir dele saí.
A manhã foi rápida e quando dei por mim eram horas de almoçar. Saí da empresa em direcção ao Seixal e quando lá cheguei o segurança deixou-me entrar no parque, fui até ao pavilhão principal para esperar por ele.
- Olá Clara. – cumprimentava-me a recepcionista.
- Olá Mariana, tudo bem?
- Sim e contigo?
- Também. Olha, sabes se o treino acabou há muito tempo?
- Já acabou há um bocado, mas ainda não saiu ninguém. Acho que tinham uma surpresa qualquer para o Ruben.
- Ok, então estou a ver que tenho que esperar…
- Pois, já sabes como é…
Ficámos mais algum tempo na conversa e pouco depois começam a sair os primeiros jogadores que me cumprimentavam.
- Olá Clara. – cumprimentou-me o Javi.
- Oi Javi. Sabes se o bebé demora muito?
- Ui, aqueles dois hoje estão particularmente insuportáveis…
- Nem quero saber mais, deve ser melhor desmarcar o almoço. Se aturar um já é difícil, deixa-me ir embora rápido antes que venham os dois.
O Javi sorriu e vimos os dois a saírem do balneário.
- Hey, então? Mas agora os sorrisos são aqui com o espanhol? Olha que a Guigui é ciumenta e eu também…
Dirigi-me a ele e beijei-o, era a única maneira de o calar quando estava virado para dizer asneira.
- Clara, cê tá muito mal educada, chega e nem me cumprimenta, vem logo beijando aí o cara…
- Já sabes como é, ele hoje é bebé, tenho que o mimar muito senão ainda me troca por outra…
- Ohh, nunca princesa, tu és a minha mulher…
- Vá, deixa-te disso. Vamos almoçar?
- Sim, vamos. Até logo pessoal.
- Bom almoço galera. Manz?! – o Ruben olhou e vi o David com cara de caso – Quer que eu livre sua cara do treino? Olha que eu sou bom em arranjar desculpa, assim cês podiam…
Ele tinha-me feito corar com aquela afirmação, o Ruben reparou e antecipou-se a responder:
- Não obrigada, a Clara tem que ir trabalhar à tarde. – dito aquilo fomos para o carro. Eu hoje estava com o carro que ele me tinha comprado no Natal. Como fazia anos, ele tinha-me pedido para andar com ele, nem que fosse só neste dia e assim foi.
- Então diga lá Senhor Amorim, onde deseja ir almoçar hoje? – perguntei quando estava totalmente pendurada no seu pescoço…
- O sítio não interessa, desde que a companhia seja a sua, Senhora Amorim… - disse ao agarrar-me sem qualquer pudor.
- Não me tentes, olha que te arrependes…
- Humm, duvido…
Aquele jogo de sedução estava a tornar-se perigoso e por isso mesmo resolvi afastar-me imediatamente dele – vá, entra para o carro que tenho uma ideia…
Passámos num restaurante de take-away para comprar comida e depois conduzi até ao miradouro da Costa da Caparica. Aquele miradouro tinha uma vista espectacular sobre toda a localidade da Costa, víamos a praia assim como o mar. Sentámo-nos no muro e almoçámos.
- Amor, tenho que te confessar uma coisa… – disse-lhe.
- Não? – disse com cara de surpreendido – Não me digas que já aceitas casar comigo?!
- Parvo, claro que não…
- Não? Pensei que tinhas dito que não era já, mas agora mudaste de ideias foi?
- Oh, cala-te sim…
- Clarinha sabes que quero casar contigo, porque mudaste de ideias? Eu amo-te princesa…
- Pára com isso parvinho, sabes bem o que eu quis dizer. Não mudei de ideias não, claro que eu quero casar contigo… Tu sabes disso, mas vamos com calma, sim?
- Prometes que quando eu te pedir em casamento não me dizes que não?
- Cromo… Claro que não prometo.
- Não?
- Não amor, não posso prometer uma coisa dessas… Assim já vais a contar com o sim e depois onde entra o suspense?! – sorri quando acabei de falar e ele percebeu o meu ar de gozo – Mas agora falando de coisas sérias. Eu não vou trabalhar á tarde, achei que a tua mãe pode precisar de ajuda lá em casa.
- Sim, fazes bem… Então quer dizer que tens mais um tempinho para passar aqui com o teu namorado?
- Sim, até ires para o treino sou toda tua… - disse com um ar de provocação.
- Cuidado Senhora Amorim, esse tipo de afirmações são perigosas…
- São nada, tu és fraquinho… Contigo posso eu bem… - afirmei enquanto saltava do muro e me afastava dele.
- Fraquinho?! – saltou também do muro e vinha na minha direcção, eu fugi para perto do carro enquanto ele me seguia – Eu já te dou o fraquinho. – tentou apanhar-me mas eu corria em volta do carro – Agora foges não é? Afinal até estás com medo do fraquinho… - mal acabou de falar desatou a correr em volta do carro sem parar, eu corria a frente dele mas a verdade é que já começava a ficar cansada, a certa altura ele apanhou-me.
- Amor, não sejas mauzinho, sim?!
- Oh, que fofinha… Agora engraxas, não é? – disse anulando o espaço que havia entre nós e deitando-me gentilmente sobre o capot do carro.
- Ruben cuidado com o carro, sim?
- Croma… Primeiro não querias o carro, agora tratas dele como se fosse um bebé.
- Nada disso, mas achas que ficava bonito com um risco aqui a meio?
- Depende do como se fizesse esse risco…
- Parvo… Não tenhas ideias, estamos no meio da rua…
- Sim, no meio de uma rua que não tem ninguém. Estamos completamente sozinhos Clara, não queres ser maluca por um dia? - disse trincando de seguida o meu lábio.
- Deixa de ser parvinho. – disse ao tirá-lo de cima de mim e afastando-me do carro – Vamos mas é embora. A que horas tens que estar no Seixal?
- Já me queres despachar amor? Eu só tenho que lá estar às 15.30h, não me aguentas mais um tempinho?
- Sim, mas só se te portares bem…
- Prometo que sim…
- Olha e irmos dar uma volta pela praia, não?
- Adorei a ideia.
Entrámos no carro e seguimos para a praia, estacionei o carro no parque e caminhámos pela praia. Trocámos vários beijos e juras de amor, foi ali naquela praia que ele falou novamente em casamento:
- Clara, a nossa história começou aqui. Os melhores momentos que passámos juntos foram aqui, perante o bater das ondas… Clara por favor, não negues o meu maior desejo…
Senti os meus olhos a encherem-se de lágrimas, sabia o que ele se preparava para fazer e não tinha forma de fugir. Aliás, eu não queria fugir, eu queria aquilo tanto quanto ele, mas as minhas inseguranças…
- Amor… - disse retirando uma caixa do bolso e pousando um dos joelhos na areia – Casa comigo Clara, dá-me a melhor prenda do mundo e aceita ser minha mulher…
Eu ajoelhei-me à sua frente e as lágrimas caiam pela minha cara – Sim, eu já sou tua… Mas se o que pretendes é que eu diga que sim, que aceito casar contigo e ser tua mulher, esse sim já sabes que o tens. Eu amo-te de todas as formas, tu já fazes parte de mim e da minha vida… E aquilo que eu mais quero é sem duvida casar contigo.
As suas mãos voaram para a minha cara e de uma forma suave puxaram-me para ele, beijou-me e aquele beijo trazia tudo: alegria, felicidade, amor, compreensão, paixão, desejo… Tudo! Aquele homem conseguia tudo o que queria de mim, eu amava-o e aquele pedido tinha sido mais um dos momentos inesquecíveis que eu iria guardar na minha memória.
Adoro-te Clarinha!!!!
ResponderEliminarEstava tão ansiosa pelo capitulo, mas igualmente com medo de teres mudado o rumo que eu achava suposto...
Amei este capitulo...muito bom, mesmo muito bom
Quero mais :) :) :)
Continuem lindas, adoro-vos.
Beijinhos
Tãããooooo liiiiiindo.... :)
ResponderEliminarBjs*
Eles estão noivos *.*
ResponderEliminarQue lindooooooo
Quero mais sim sim sim sim?
Beijinhos ;D
Oh tãO fOfiinhOs!! =D
ResponderEliminarGOsteii muiitO Clariinha...
COntiinua...
BjnhOs
LINDO, LINDO, LINDOOO!
ResponderEliminaraindaa bem que ela aceitou, e ainda por cima foi num lugar taoo romanticoo!
agora tou ansiosa para o proximo capitulo :)
beijinhos
Diana
Já sabes tudo o que penso....
ResponderEliminarBjs
Adoro-vos :D
A Clara e o Rúben são tão fofinhos xD!
ResponderEliminarTipo já disse que amo a vossa fic? Se não disse volto a dizer :P
Amo a vossa fic!!!! :D
Quero mais!
Beijinhos grandes