quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Capítulo 72 - A vida é maravilhosa se não se tem medo dela

(Narrado pelo Ruben)

A Clara estava a dar comigo em doido, depois daquela chatice que tivemos ela andava estranha. Sempre a falar de trabalho, a chegar atrasada aos nossos encontros e a evitar passar a noite comigo. Para completar tinha desmarcado o jantar que tínhamos para esta noite, depois do treino e como o David notou que eu estava chateado desafiou-me para irmos jogar uma partida de bowling. Jantámos na Costa da Caparica e de seguido dirigimo-nos para o Colombo.

- Está tudo bem contigo e com a Sara? – perguntei.

- Sim, ela hoje tinha algo combinado. Cadê a Clara?

- Não sei, tínhamos combinado de ir jantar mas à tarde ligou-me a desmarcar. Nem sequer me disse porque o fez… Eu ando-me a passar mano, ela agora só pensa em trabalho e arranja todas as desculpas para não estarmos juntos…

- A garota é louca por você, vai ver que é só uma fase, vai passar logo.

- Espero que sim…

- Pera lá… - vi o David a olhar para alguém.

- Que se passa mano?

- Olha ali, são elas…

- Ya.

- Parece que fomos trocados manz… - dizia a rir

- Pois…

Reparámos que elas estavam a ver uma montra, a Sara puxou a Clara para dentro da loja e começaram a ver as vitrines. Elas estavam na ourivesaria onde eu tinha comprado o anel para dar à Clara, vi que pararam numa das vitrines e chamaram a empregada. Devem ter pedido algo à empregada pois esta afastou-se voltando momentos depois com algo na mão.

- Puto, vamos lá…

- Não sei se é boa ideia não. Elas quiseram vir sozinhas manz, cê acha que não vai ser estranho a gente aparecer assim do nada.

- Não me interessa, cá para mim a Sara está a dar com a língua nos dentes.

- Quê?

- Sim, está a mostrar à Clara o anel que comprei… Anda daí…

Entrámos na loja sem elas nos verem, quando nos aproximámos vi a Clara com o anel no dedo. Elas falavam de casamento e de repente oiço algo que me deixou estático: a Clara afirmava que era capaz de casar comigo e que se eu lhe aparecesse no momento, ela não tinha como negar o pedido.

- Não?! – perguntei surpreendido com o que acabara de ouvir.

- Ruben?! – disse ela atrapalhada, tirando o anel do dedo e dando-o à funcionária da loja – Muito obrigado, foi só mesmo para ver. - saímos da loja e ela continuava atrapalhada – Mas o que é que vocês estão aqui a fazer?

- Olha, eu pergunto o mesmo… Que é que estavam a fazer ali dentro?

- Nada, ideias parvas da Sara. Vieram fazer o quê?

- Sim, não me disseste que vinhas aqui! – dizia a Sara ao David.

- Cê também não disse que vinha aqui, amor.

- Nós fomos deixados pelas nossas namoradas e resolvemos vir jogar bowling. E vocês, despacharam-nos para quê? – perguntei.

- Viemos jantar as duas e conversar um bocado, íamos aproveitar para fazer umas comprinhas… - respondeu a Clara.

- Amor, agora eu não vou largar mais você não, cê agora vem comigo… - dizia o David.

- Clara, o que estavam ali a fazer? – perguntei novamente.

- Nada, estivemos a ver uma coisa. Olha, vocês vão indo para o bowling que eu já vou lá ter. – disse-nos afastando-se rapidamente.

- Clara, espera aí… - pedi-lhe, no entanto ela não ligou e fugiu.

(Narrado pela Clara)

Aquela voz atrás de mim assustou-me, ainda para mais sabendo eu de quem se tratava. Apressei-me a sair da loja e tirar aquela ideia da cabeça do Ruben, ele não se ficou e insistiu no assunto. Eu disse-lhes para irem indo para o bowling, que eu tinha que fazer uma coisa antes. Assim foi, segui para a casa-de-banho mais próxima e tentei acalmar-me, esfriar a cabeça e pôr a ideias no lugar. Sabia que não ia conseguir negar um pedido caso ele o fizesse e não queria correr o risco de ele o fazer. Fui até ao carro e meti-me lá dentro, ia a ligá-lo quando o meu telemóvel toca.

- Estou?

- Amor, ainda demoras?

- O quê? – perguntei confusa.

- Ainda demoras a vir ter connosco? Já começámos a jogar e eu estou a jogar na tua vez. Demoras ou não?

Bolas! Não tinha coragem para lhe dizer que ia embora.

- Sim, vou já ai ter…

- Até já princesa.

- Até já.

Saí novamente do carro e segui em direcção ao FunCenter.

- Onde foste amor?

- Fui ver uma coisa numa loja e depois fui à casa de banho.

O jogo foi super divertido, esteve renhido a maior parte do tempo e por isso mesmo as provocações eram imensas. O David e o Ruben pareciam duas crianças tal era a disputa, acabou por ganhar a Sara ficando eu em segundo lugar. Eles ficaram com uma azia tremenda:

- Assim não vale, vocês tiveram sorte.

- É isso aí, cês se uniram contra à gente.

- Vocês é que pensam que são os maiores e subestimaram as adversárias. – dizia a Sara.

- Sim, vocês metem-se nas vossas disputas, do “eu sou melhor que tu” e “quem vai ganhar sou eu”, depois perdem os dois. É bem feita…

Eles não se ficaram e continuaram a chatear-nos, resolvemos ir embora pois já estava a ficar tarde. O Ruben foi comigo e o David levou a Sara, despedimo-nos deles e seguimos para casa.

- Amor, quando é que te mudas lá para casa?

- O quê?!

- Sim, quando é que te mudas? Tínhamos combinado que ias lá para casa…

- Tínhamos falado nisso quando pensávamos que eu estava grávida, agora não faz sentido.

- Mas não faz sentido porquê? Não estamos juntos? Que mal é que tem ires lá para casa?

- Não tem mal nenhum, mas ainda não é já. Temos tempo para isso, porque é que tem que ser agora?

- Fogo Clara! Andas sempre metida no trabalho, temos tido pouco tempo para estarmos juntos. Vem lá para casa, assim temos mais tempo e ainda por cima podes trabalhar às horas que queres…

- Tira isso da tua cabeça, ainda não é altura de irmos morar juntos. Tudo a seu tempo, ainda por cima eu para sair de casa não é nestas circunstâncias.

- Estás a falar de quê?

- Estou simplesmente a dizer-te para tirares a ideia daí, que quando for para sair de casa é para algo certo, e não para uma experiência.

- Isso quer dizer que só vais morar comigo quando casarmos?

- Isso quer dizer que só vou morar contigo quando tiver a certeza que é para o resto da vida, sim isso vai acontecer quando casarmos, se casarmos…

- Se?! Duvidas que isso vai acontecer?

- Não sabemos o dia de amanhã Ruben, hoje podemos estar felizes mas amanhã…

- Não percebo essa tua mania de pensares que algo de mal vai acontecer…

- Só gosto de estar prevenida… - disse ao parar o carro em frente ao prédio do Ruben – Chegámos…

- Posso-te perguntar uma coisa?

- Claro…

- Hoje na loja, aquilo que tu disseste…

- Aquilo saiu, estava anestesiada pelo momento. Ver aquele anel no meu dedo… Não te sei explicar, eu amo-te e sim a verdade é que quero muito casar contigo.

- Então amor, porque não?

- Dou-te várias razões amor, a mais óbvia de todas é que nos conhecemos há apenas 5 meses. Achas que já nos conhecemos assim tão bem…

- Acho que te amo, quer dizer, tenho a certeza que te amo e que quero ficar contigo. E conheço-te bem sim, por isso sei que não te vou convencer, adoro o facto de seres ponderada, embora isso por vezes jogue contra mim. Posso não te conhecer na totalidade, mas sei que nada do que não conheço vai interferir com a nossa relação.

- Não digas isso amor, não sabemos o dia de amanhã.

- Vá, vamos para dentro. Acabamos a conversa lá dentro. – ele fez tensões de sair do carro mas eu não me mexi.

- Amor?!

- Não Clara, nem penses.

- Ruben, por favor…

- Não, tu vais ficar comigo…

- Ruben, eu tenho que trabalhar amanhã.

- Levantas-te amanhã e vais trabalhar, mas hoje vais ficar comigo.

- Amor, compreende-me por favor, facilita um bocadinho.

- Hoje não, hoje quero-te comigo…

- Não vais facilitar mesmo?!

- Desculpa mas não. Tu ultimamente andas sempre a fugir-me, quero que fiques comigo…

Saímos do carro e fomos para sua casa. Deitámo-nos e a verdade é que aquelas noites com ele tornavam-se um vício, um vício bastante bom. As noites foram todas passadas com ele até ao seu dia de anos, não vivíamos juntos mas aos poucos ele estava a convencer-me. Eu ia a casa apenas para tomar banho e mudar de roupa. No dia 27 acordei ao lado dele, como ele ainda dormia resolvi ir até à cozinha preparar o pequeno-almoço. Arranjei o tabuleiro e levei para o quarto.

- Acorda bebé…

- Humm…

Dava-lhe pequenos beijos na sua boca ao mesmo tempo que lhe dava festinhas.

- Dorminhoco, acorda lá… Depois podes voltar a dormir.

- É tão bom acordar assim… Anda cá, dá-me só mais um beijinho…

- Não… - ia a levantar-me da cama quando ele me puxou, abraçou-me e deitou-me sobre a cama ficando ele sobre mim.

- Vais-me negar um beijo no dia de anos?

- Não podes ter tudo o que queres…

- Ai é? – começou a fazer-me cócegas e eu contorci-me, tentei afastar-me mas ele tinha mais força que eu.

- Amor, por favor… - ele continuava a fazer-me cócegas sem ficar sensibilizado com o meu sofrimento – Ruben Filipe, deixa-me em paz! Olha que logo não levas a tua surpresa…

A verdade foi que ele parou. Tal como eu, ele era super curioso e também adorava surpresas. Deixou-se ficar em cima de mim e beijava-me de uma forma bastante carinhosa.

- Vá, anda lá comer. Por tua causa vou chegar atrasada ao trabalho…

- Porque não faltas ao trabalho hoje? Fica comigo…

- Amor, não posso, sabes disso. Tu também tens treino, não podemos estar juntos…

- Almoças comigo então? Só os dois?!

- Humm, adorei essa ideia. Vá, mas agora vamos tomar o pequeno-almoço que eu tenho que me despachar. – levei o tabuleiro para cima da cama e comemos.

- Estava óptimo amor, obrigada…

- De nada meu bebé lindo. Olha, como é logo? Vou ter a casa da tua mãe?

- Sim, eu vou para lá quando acabar o treino e tu também vais lá ter…

- Ok. – arranjei-me para trabalhar e depois de me despedir dele saí.

A manhã foi rápida e quando dei por mim eram horas de almoçar. Saí da empresa em direcção ao Seixal e quando lá cheguei o segurança deixou-me entrar no parque, fui até ao pavilhão principal para esperar por ele.

- Olá Clara. – cumprimentava-me a recepcionista.

- Olá Mariana, tudo bem?

- Sim e contigo?

- Também. Olha, sabes se o treino acabou há muito tempo?

- Já acabou há um bocado, mas ainda não saiu ninguém. Acho que tinham uma surpresa qualquer para o Ruben.

- Ok, então estou a ver que tenho que esperar…

- Pois, já sabes como é…

Ficámos mais algum tempo na conversa e pouco depois começam a sair os primeiros jogadores que me cumprimentavam.

- Olá Clara. – cumprimentou-me o Javi.

- Oi Javi. Sabes se o bebé demora muito?

- Ui, aqueles dois hoje estão particularmente insuportáveis…

- Nem quero saber mais, deve ser melhor desmarcar o almoço. Se aturar um já é difícil, deixa-me ir embora rápido antes que venham os dois.

O Javi sorriu e vimos os dois a saírem do balneário.

- Hey, então? Mas agora os sorrisos são aqui com o espanhol? Olha que a Guigui é ciumenta e eu também…

Dirigi-me a ele e beijei-o, era a única maneira de o calar quando estava virado para dizer asneira.

- Clara, cê tá muito mal educada, chega e nem me cumprimenta, vem logo beijando aí o cara…

- Já sabes como é, ele hoje é bebé, tenho que o mimar muito senão ainda me troca por outra…

- Ohh, nunca princesa, tu és a minha mulher…

- Vá, deixa-te disso. Vamos almoçar?

- Sim, vamos. Até logo pessoal.

- Bom almoço galera. Manz?! – o Ruben olhou e vi o David com cara de caso – Quer que eu livre sua cara do treino? Olha que eu sou bom em arranjar desculpa, assim cês podiam…

Ele tinha-me feito corar com aquela afirmação, o Ruben reparou e antecipou-se a responder:

- Não obrigada, a Clara tem que ir trabalhar à tarde. – dito aquilo fomos para o carro. Eu hoje estava com o carro que ele me tinha comprado no Natal. Como fazia anos, ele tinha-me pedido para andar com ele, nem que fosse só neste dia e assim foi.

- Então diga lá Senhor Amorim, onde deseja ir almoçar hoje? – perguntei quando estava totalmente pendurada no seu pescoço…

- O sítio não interessa, desde que a companhia seja a sua, Senhora Amorim… - disse ao agarrar-me sem qualquer pudor.

- Não me tentes, olha que te arrependes…

- Humm, duvido…

Aquele jogo de sedução estava a tornar-se perigoso e por isso mesmo resolvi afastar-me imediatamente dele – vá, entra para o carro que tenho uma ideia…

Passámos num restaurante de take-away para comprar comida e depois conduzi até ao miradouro da Costa da Caparica. Aquele miradouro tinha uma vista espectacular sobre toda a localidade da Costa, víamos a praia assim como o mar. Sentámo-nos no muro e almoçámos.

- Amor, tenho que te confessar uma coisa… – disse-lhe.

- Não? – disse com cara de surpreendido – Não me digas que já aceitas casar comigo?!

- Parvo, claro que não…

- Não? Pensei que tinhas dito que não era já, mas agora mudaste de ideias foi?

- Oh, cala-te sim…

- Clarinha sabes que quero casar contigo, porque mudaste de ideias? Eu amo-te princesa…

- Pára com isso parvinho, sabes bem o que eu quis dizer. Não mudei de ideias não, claro que eu quero casar contigo… Tu sabes disso, mas vamos com calma, sim?

- Prometes que quando eu te pedir em casamento não me dizes que não?

- Cromo… Claro que não prometo.

- Não?

- Não amor, não posso prometer uma coisa dessas… Assim já vais a contar com o sim e depois onde entra o suspense?! – sorri quando acabei de falar e ele percebeu o meu ar de gozo – Mas agora falando de coisas sérias. Eu não vou trabalhar á tarde, achei que a tua mãe pode precisar de ajuda lá em casa.

- Sim, fazes bem… Então quer dizer que tens mais um tempinho para passar aqui com o teu namorado?

- Sim, até ires para o treino sou toda tua… - disse com um ar de provocação.

- Cuidado Senhora Amorim, esse tipo de afirmações são perigosas…

- São nada, tu és fraquinho… Contigo posso eu bem… - afirmei enquanto saltava do muro e me afastava dele.

- Fraquinho?! – saltou também do muro e vinha na minha direcção, eu fugi para perto do carro enquanto ele me seguia – Eu já te dou o fraquinho. – tentou apanhar-me mas eu corria em volta do carro – Agora foges não é? Afinal até estás com medo do fraquinho… - mal acabou de falar desatou a correr em volta do carro sem parar, eu corria a frente dele mas a verdade é que já começava a ficar cansada, a certa altura ele apanhou-me.

- Amor, não sejas mauzinho, sim?!

- Oh, que fofinha… Agora engraxas, não é? – disse anulando o espaço que havia entre nós e deitando-me gentilmente sobre o capot do carro.

- Ruben cuidado com o carro, sim?

- Croma… Primeiro não querias o carro, agora tratas dele como se fosse um bebé.

- Nada disso, mas achas que ficava bonito com um risco aqui a meio?

- Depende do como se fizesse esse risco…

- Parvo… Não tenhas ideias, estamos no meio da rua…

- Sim, no meio de uma rua que não tem ninguém. Estamos completamente sozinhos Clara, não queres ser maluca por um dia? - disse trincando de seguida o meu lábio.

- Deixa de ser parvinho. – disse ao tirá-lo de cima de mim e afastando-me do carro – Vamos mas é embora. A que horas tens que estar no Seixal?

- Já me queres despachar amor? Eu só tenho que lá estar às 15.30h, não me aguentas mais um tempinho?

- Sim, mas só se te portares bem…

- Prometo que sim…

- Olha e irmos dar uma volta pela praia, não?

- Adorei a ideia.

Entrámos no carro e seguimos para a praia, estacionei o carro no parque e caminhámos pela praia. Trocámos vários beijos e juras de amor, foi ali naquela praia que ele falou novamente em casamento:

- Clara, a nossa história começou aqui. Os melhores momentos que passámos juntos foram aqui, perante o bater das ondas… Clara por favor, não negues o meu maior desejo…

Senti os meus olhos a encherem-se de lágrimas, sabia o que ele se preparava para fazer e não tinha forma de fugir. Aliás, eu não queria fugir, eu queria aquilo tanto quanto ele, mas as minhas inseguranças…

- Amor… - disse retirando uma caixa do bolso e pousando um dos joelhos na areia – Casa comigo Clara, dá-me a melhor prenda do mundo e aceita ser minha mulher…

Eu ajoelhei-me à sua frente e as lágrimas caiam pela minha cara – Sim, eu já sou tua… Mas se o que pretendes é que eu diga que sim, que aceito casar contigo e ser tua mulher, esse sim já sabes que o tens. Eu amo-te de todas as formas, tu já fazes parte de mim e da minha vida… E aquilo que eu mais quero é sem duvida casar contigo.

As suas mãos voaram para a minha cara e de uma forma suave puxaram-me para ele, beijou-me e aquele beijo trazia tudo: alegria, felicidade, amor, compreensão, paixão, desejo… Tudo! Aquele homem conseguia tudo o que queria de mim, eu amava-o e aquele pedido tinha sido mais um dos momentos inesquecíveis que eu iria guardar na minha memória.

7 comentários:

  1. Adoro-te Clarinha!!!!
    Estava tão ansiosa pelo capitulo, mas igualmente com medo de teres mudado o rumo que eu achava suposto...
    Amei este capitulo...muito bom, mesmo muito bom
    Quero mais :) :) :)
    Continuem lindas, adoro-vos.
    Beijinhos

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  2. Eles estão noivos *.*
    Que lindooooooo
    Quero mais sim sim sim sim?

    Beijinhos ;D

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  3. Oh tãO fOfiinhOs!! =D

    GOsteii muiitO Clariinha...

    COntiinua...

    BjnhOs

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  4. LINDO, LINDO, LINDOOO!

    aindaa bem que ela aceitou, e ainda por cima foi num lugar taoo romanticoo!
    agora tou ansiosa para o proximo capitulo :)

    beijinhos
    Diana

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  5. Já sabes tudo o que penso....

    Bjs

    Adoro-vos :D

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  6. A Clara e o Rúben são tão fofinhos xD!
    Tipo já disse que amo a vossa fic? Se não disse volto a dizer :P
    Amo a vossa fic!!!! :D
    Quero mais!
    Beijinhos grandes

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