segunda-feira, 28 de março de 2011

Capítulo 86 - Resistência às mudanças

(narrado pela Clara)

Acordei com o despertador do telemóvel, desliguei-o logo para não acordar o Ruben e levantei-me. Arranjei-me para ir trabalhar e antes de sair fui despedir-me dele. Ao sentir o meu beijo, ele despertou.

- Já vais amor?

- Sim. Logo sempre vais almoçar connosco?


- Não sei amor, não me quero meter no que não me diz respeito.
- Não sejas parvo, és meu namorado e tens todo o direito de conhecer o hotel.

- Tens a certeza que não tem problema?

- Já te disse que não.

- Então está bem. Queres que te vá buscar a algum lado?

- Eu levo o carro, estou em Lisboa não tem sentido vires cá buscar-me. Eu é que posso passar no centro de estágios para te ir buscar.

- Fica combinado assim.

- Até logo amor da minha vida.

- Até logo princesa. Amo-te...

- Também te amo.
Despedimos-nos e saí de casa. A minha manhã passou rapidamente, avisei o Tiago que não ia trabalhar a tarde porque os meus pais estavam cá e iria passar a tarde com eles e ele compreendeu. Quando chegou a hora do almoço saí e fui em direcção ao Caixa Futebol Campus. Estacionei no parque e fui esperar por ele. Vi alguns dos rapazes a saírem, felicitavam-me pelo reatamento do meu namoro e iam embora. Ao fim de algum tempo lá vi o
Ruben a sair acompanhado do David, do Roberto e do Javi, vinham bastante animados como era hábito naqueles 4.


- Olá meninos, essa animação toda é porquê?

- Ué, cê é que devia saber o que faz para esse cara aí. Hoje ainda não tirou esse sorriso e não parou de falar besteira...

- Não lhe ligues amor, é tudo ciúmes da minha boa disposição. Ele queria ter tido uma noite como a nossa, mas a Sarinha fez greve...
- Cala boca, cê hoje tá insuportável cara...

Aqueles dois com as sua picardias eram um máximo, conseguiam pôr toda a gente que estivesse ao lado a rir.


- Amor, conseguiste tirar a tarde?

- Sim, o Tiago disse que não tinha problema.

- 'Tou vendo que o cara de tarde vem ainda mais insuportável.

- Cala-te meu, andas um chato. Tenho que ter uma conversinha com a Sara, ela não anda a tratar de ti e depois sou eu que te aturo...

- Vá meninos parem lá com isso. Amor, vamos indo?

- Sim. Até logo pessoal.

Eles despediram-se de mim e nós saímos.

- Amor, vamos no meu.

- Mas porquê?

- Porque se decidirmos ir tomar café a algum sitio podemos levar os teus pais e no teu carro não dá.

- Ok. Onde é que está o carro?

- Ali. - disse ao apontar para um carro branco.

- Eu não acredito Ruben.

- Amorzinho não stresses. Eu tinha os dois carros na garagem e hoje apeteceu-me trazer este...

- Quem não te conheça que te compre Sr. Amorim, o que tu queres sei eu bem o que é...

- Já estás a pensar mal de mim.

- Não estou a pensar mal, só te conheço bem e percebi a tua intenção ao trazeres este carro. Digo-te já que não vai resultar...

- Levas? Eu estou cansado do treino não me apetece conduzir... - disse com aquele sorriso matreiro.
- Eu já sabia! E depois sou eu que penso mal, né?... - peguei nas chaves e entrámos no carro.

Conduzi até à Costa, quando estávamos a estacionar o carro vimos os meus pais que estavam a chegar ao hotel.

- Olá meus queridos.

- Olá mãe...

- Então Ruben, foi este o motivo da vossa chatice?

- Foi sim, Sr. Raul. Eu já lhe disse que o carro é dela, mas ela diz que não quer.

- Filha bem que tu podias ser menos teimosa, não? Andares com aquela miniatura não é nada.
- Não pai, eu adoro o meu carro. E acho que já falámos sobre isso, sabe perfeitamente que quando eu precisar de mudar de carro mudo. Mas compro um com o meu dinheiro, não preciso que ninguém me ofereça.

- Mas Clarinha, ficas tão bem dentro deste carrinho...

- Mãe, vamos entrando? Esta conversa não tem sentido nenhum...

- Vamos lá filha...

A minha mãe deu-me o braço e entrámos as duas no hotel.

(narrado pelo Ruben)

Vi a Clara a afastar-se com a mãe, mas o pai dela continuava cá fora, sem fazer tensões de ir para dentro.

- Então e aqui a máquina, porta-se bem?

- Sim, é um óptimo carro, eu ando mais com o meu, só uso este quando saio com a Clara, para ver se ela muda de ideias...
- Rapaz tens um longo caminho pela frente, aquela miúda é ainda mais teimosa que eu. Quando veio para Lisboa, para a universidade, nós dissemos que lhe dávamos o carro. Andámos a ver o Audi A3, o BMW 120d, o Mercedes a170... Vimos uma série de carro, ela viu o smart e não quis mais nenhum. Tem uma paixão por aquele carro...

- Pois, eu também já lhe tentei fazer ver que o carro não é seguro, mas ela não quer este nem por nada...

- Acredito, ela é de ideias fixas. E agora vem aí um dos meus grandes problemas...

- Se eu puder ajudar...
- Não sei se é boa ideia te meteres, depois ainda sobra para ti. Não sei como vou convencê-la a vir dirigir o hotel, quando pus a hipótese de o comprar era para ela vir para aqui, mas agora diz que não quer...

- Se me permite a intromissão, o problema da Clara é falta de confiança em si própria, ela tem medo de ser ela a tomar as decisões.

- Ela sempre foi assim, já em miúda era insegura.

- Eu acho que ela precisa que lhe mostrem que confiam nela.

- Tenho que ver a melhor maneira, para mim ela é a única que pode gerir o hotel, é a única pessoa em quem confio a 100%.

- Acredito, ela é sua filha, para além de ser uma pessoa super responsável.

- Exactamente. Bem vamos indo para dentro porque senão elas ficam furiosas com o tempo que demoramos.

Entrámos e dirigimos-nos para o restaurante. Elas já estavam sentadas na mesa onde tínhamos jantado no dia anterior.

- Demoraram... - constatou a D. Fátima.

- Sim, estivemos a ver o carro que o Ruben deu à tua filha.

- Mau, não vão os dois começar, pois não?

- Não é uma questão de começar, mas tu já viste que não aceitaste a prenda que o teu namorado te deu?
- Ó pai, por favor! Todos sabem a confusão que aquele carro deu.

- Sim filha, mas a confusão já foi resolvida, agora bem que podias ficar com ele. Sabes bem que o teu carro já está a precisar de ir para a reforma...

- Reforma, eu dou-lhe a reforma. O meu carro está óptimo, nós já falamos sobre isto e eu não quero voltar a esse assunto.

- Filha sabes bem que quando vieres gerir o hotel não podes andar com aquela amostra...

- Bem, o pai ainda não saiu duma para se meter noutra... Não acha que está a falar de coisas a mais? Eu vou mas é à casa de banho lavar as mãos que aqui não se aprende nada...

Ela saiu da mesa e a nossa conversa continuou.
- Raul, tu não sabes mesmo lidar com ela... Então queres que ela aceite as duas coisas e ainda ela não aceitou uma e já tu foste falar na outra. Vocês homens...

- Não comeces tu também Fátima, sabes tão bem quanto eu que a tua filha precisa de um carro novo e sabes também que se comprámos este hotel era para ela vir para aqui. Se eu soubesse que ela não vinha nunca o teria comprado.
- Eu acredito que ela vem para aqui, dá-lhe tempo, se bem conheço a minha filha, o problema dela é ver-se sem experiência nenhuma à frente de uma coisa que pede tanta responsabilidade. Ela sempre teve mede de não fazer as coisas bem, sempre precisou de alguém que estivesse sempre lá a apoiar. A Marta tem as coisas controladas lá em baixo não tem?

- Tem.

- Então eu acho melhor passarmos uns tempos cá em cima. Ela vem para cá, tem-te aqui todos os dias para lhe dar uma ajudinha e quando ela estiver mais à vontade, voltamos para baixo...

- Sim, também acho que é o melhor neste momento.
Continuámos a conversa até a Clara regressar. Notei-a um pouco estranha, mas deduzi que fosse da conversa que tinha acontecido minutos antes. O almoço foi bastante agradável, conversámos bastante e contámos aos pais da Clara como nos tínhamos conhecido. Depois do almoço fomos conhecer o hotel, quando fomos para a zona do escritórios o Sr. Raul resolveu insistir com a Clara.

- E aqui é o escritório da presidência. Depois podes pôr tudo a teu gosto Clara, podes mudar a decoração e tudo o que quiseres, quero é que te sintas bem no sítio onde trabalhas.


- Não sei para que me está a dizer isso pai, este é o seu escritório, o pai é que tem que o decorar ao seu gosto.
- Filha, eu estive a falar com a tua mãe e combinámos que vamos cá ficar por uns tempos, queremos mesmo que tu venhas para o hotel, mas sabemos que tens as tuas responsabilidades na empresa. Por isso mesmo, vamos esperar que organizes as tuas coisas lá na empresa para depois vires para aqui. Filha, por favor diz que vens, eu estava a contar contigo quando decidi comprar o hotel.

- Pai, eu não estou à altura daquilo que me estão a pedir, eu ainda tenho tanto para aprender...
- Filha, não digas isso. Estás à altura sim e depois qualquer coisa que precises tens o teu pai e eu, nós vamos sempre acompanhar o teu trabalho e as tuas decisões...

- Acho que não é boa ideia mãe... Eu não percebo muito disto, eu percebo aquilo que acompanhava quando estava de férias lá em baixo, tenho tanto para aprender.


Os pais dela tentavam convencê-la e apercebi-me que aos poucos ela se deixava levar.
Quando vínhamos a sair do gabinete da presidência fomos interrompidos por um rapaz, brasileiro:

- O Sr. Marques mandou-me chamar? - perguntava o rapaz.
- Sim. Queria pedir-lhe para desocupar aqui o gabinete, vamos fazer obras. Trate de arranjar um empreiteiro e depois fale aqui com a minha filha que ela vai-lhe dar instruções de como ele vai ficar.

- Então são esses os seus filhos?

- Sim, quer dizer, esta é a minha filha Clara. E este é o namorado dela, o Ruben.

- Seu rosto não me é estranho moço. - constatava ele virando-se para mim.

- Pois claro que não é, ele joga no Benfica. - respondeu-lhe o Sr. Raul.

- Pai - chamava-o à atenção a Clara - Não acha que já está a falar demais? Ele não tem nada a ver com isso... - ficámos todos espantados com a forma como a Clara tinha falado, nem parecia dela.
- Claro, cê é o Ruben Amorim. Me perdoe, qualquer intromissão menina...

- Não tem problema. - intervi.

- Menina, quando decidir o que quer fazer no gabinete por favor me avisa, para eu mandar chamar o cara que faz a obra.
- Sim, não se preocupe que eu aviso. - ela continuava a falar-lhe de forma ríspida e autoritária, o que era de todo anormal nela.

O rapaz foi embora e a D. Fátima resolveu tirar a história a limpo.

- Clara, o que é que se passou? Tu não costumas tratar assim as pessoas?
- Vocês não viram a insolência? Porque é que ele tinha que dizer que conhecia a cara do Ruben? Ele é pago é para trabalhar e não para fazer perguntas aos patrões...

- Amor, não exageres. O rapaz só fez uma pergunta, que não tem nada de mal.
- O rapaz meteu-se num assunto que não lhe dizia respeito, tal como já tinha feito antes, ao perguntar se nós éramos vossos filhos.

- Ah, agora compreendi o teu problema... Tu não gostaste foi que ele dissesse que eram irmãos...

- Nada disso mãe, não gostei da insolência, do à vontade para fazer perguntas que não lhe dizem respeito.


Aquela atitude não era mesmo dela, o que foi bastante estranho. Terminámos a visita e ela foi levar-me ao Caixa e seguiu com os pais para dar um passeio.

(narrado pela Clara)
O fim-de-semana passou e os meus pais continuaram a insistir para eu largar o trabalho na empresa, não estava à vontade com aquela situação, sabia que o Tiago contava comigo e eu tinha responsabilidades. Se por um lado tinha vontade de me lançar neste novo projecto, por outro lado, não podia deixar o Tiago na mão... Na Segunda-Feira levantei-me e arranjei-me para ir trabalhar, a manhã correu bem e durante a tarde tive uma conversa séria com o Tiago, pu-lo ao corrente da proposta dos meus pais e disse-lhe que estava tentada a aceitar, mas que nunca me passaria pela cabeça deixá-lo sem antes arranjar alguém à altura para me substituir. Ele ficou um pouco triste, no entanto compreendeu, avisou-me também que muito provavelmente o seu pai me ia fazer uma proposta para ficar na empresa. Depois do trabalho corri para a faculdade, tinha aulas e não podia faltar. No fim das aulas convidei a Inês para ir até lá a casa, no entanto quando chegámos não estava ninguém. Estranhei e liguei para o Ruben:

- Estou...

- Olá amor. Olha, onde andam vocês? Cheguei agora a casa, mas não está cá ninguém.

Longa história princesa, eles tiveram um assunto para tratar e eu vim jantar com o pessoal. Estamos no restaurante do costume, vens cá ter?

- Sim. Até já...

Até já. Beijo...

Desliguei e fui com a Inês até ao restaurante. Quando lá chegámos vi que faltava a Guigui, o Javi, a Sara, o David e a Catarina e que todos nos olhavam desconfiados.

- O que se passa? - perguntei assustada ao Ruben.

- Amor, o pessoal ainda não sabia que tu e a Inês se estavam a dar bem. Depois do stress dos meu anos ficaram todos a pensar que tu e ela nunca se iam entender.

- Ah, ok... Até pensei que tivesse acontecido alguma coisa. Como também não vi a Guigui, o resto das meninas e os rapazes, pensei que  andassem a tramar alguma. 

- Não amor, eles não estarem cá não tem nada a ver... Acho que a Guigui e a Catarina andaram a fazer das delas em Alvalade.

- Como assim Ruben? - perguntava a Inês.

O Ruben lá nos contou o que se tinha passado e fui logo telefonar para a Guigui. Não consegui falar com ela nem com a Catarina e liguei então à Sara que me disse que já estava tudo bem e que como já era tarde decidiram ir todos para casa. 

- Então amor, já puseste juízo na cabeça da Guigui? - perguntava o Ruben.

- Xiiii, juizo na cabeça daquela doida? Aquela miúda é uma força da natureza... - comentava o Alan.

- Mesmo! O Javi tem que se pôr a pau ou ela ainda passa aquela doidice toda para ele. - reforçava o Fábio.

- Não sejam assim meninos. Quer dizer, elas foram lá apoiar-vos, gritar por vocês e vocês retribuem o apoio assim?...

- Clarinha, sabes que eles estão a brincar. Mas elas bem que podiam ter visto o jogo em casa e não se terem metido naquelas confusões. - continuava o Aimar.

- Pablo, tu já conheces aquelas duas, sabes bem que elas fazem o que querem. 

- Sim amor, mas o que o Pablo quer dizer é que isto pode ser mau para o Javi. Não é bom ter a namorada na capa de jornal a dizer que foi presa porque estava metida numa confusão no estádio de Alvalade.

- Claro que não é bom, mas também vocês não sabem se foram elas que tiveram a culpa do que aconteceu. Deixem-se de especulações e comam, porque a fome afecta-vos o juízo.

Depois do jantar também nós fomos para casa, deixei a Inês em casa e depois de ir buscar as minhas coisas, fui para casa do Ruben. 

O dia seguinte passou normalmente, o pai do Tiago pediu para falar comigo e teve uma atitude bastante dignificante, ofereceu-me um contrato melhor e disse-me que compreendia a minha posição, gostava muito que eu continuasse a trabalhar lá, mas que se fosse ele também gostaria de meter as mãos em outro projecto. Pôs-me à vontade para eu tomar a decisão que fosse melhor para mim. Ao fim do dia e enquanto o Ruben estava no treino, fui ter com os meus pais ao hotel. Estivemos algum tempo na conversa e eles convidaram-me para eu jantar lá, disse-lhe que já tinha combinado com o pessoal jantarmos todos juntos e os meus pais sugeriram que jantássemos todos lá, assim eles até podiam conhecer o hotel. Liguei-lhes e eles não disseram que não, as meninas iam lá ter todas e os rapazes quando saíssem do treino faziam o mesmo. Os meus pais entretanto subiram para se arranjarem e eu fiquei no bar, estava entretida a ler um livro quando sou surpreendida com o empregado do bar que me trazia um pratinho com dois brigadeiros, uma flôr e um cartão. Eu disse-lhe que não tinha pedido nada, ao que ele me respondeu que lhe tinham pedido para me entregar, que era um mimo apenas. Não sabia o que havia de pensar, mas quem é que me teria mandado aquilo? Será que devia aceitar? Aqueles brigadeiros estavam mesmo com bom aspecto e eu adorava brigadeiros, tentei resistir mas foi difícil. Que mal teria? Agarrei num dos brigadeiros e dei-lhe uma dentada. Soube-me tão bem, resolvi ver o que dizia o cartão.

"Para lhe adoçar um pouco a boca e não ser tão azeda..."

Não estava a espera de uma coisa daquelas, olhei em frente e vi que alguém me observava e se ria. Larguei o cartão e levantei-me do sofá, eu ia desvairada, como é que ele tinha tido coragem para uma coisa daquelas e ainda por cima estava a gozar...

9 comentários:

  1. LOOL... cá para mim esta história do brigadeiro ainda vai dar que falar :P

    Quero mais... cheira-me que vem aí momentos engraçados

    Adoro-vos :D

    Beijocas

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  2. maravilhoso...

    quero mais...

    continua...

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  3. Ah adoro! :)
    Já nem sei bem o que dizer, todos dizem que é maravilhoso, viciante, para mim é muito mais do que isso!
    Fico à espera do próximo, beijinhos ^^

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  4. Adorei! Ta tao lindo! A Clara e mesmo teimosa xD
    Quero mais!
    Beijinhos

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  5. O capitulo está lindo :D
    Aquela historia ali dos brigadeiros deixou-me bastante curiosa!
    Sim realmente a Clara é mesmo teimosa +__+
    Adorei agora quero mais sim?

    Beijinhos Inês**

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  6. Ui Ui, iistO aiinda vaii dar cOnfusãO.. xD

    QuerO maiis, rapiidiinhO, siim? x)

    BjnhOs
    GOstO muiitO de vOcês.. :)

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  7. Mais um lindo capitulo... já estava com saudades...
    Bem mais este final deixou-me muito intrigada... o que será que vem por aí???
    Muito bom, mesmo muito bom ;)
    Beijinhos para as minhas meninas.

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  8. ahahah, que comédia xD
    adorei!

    more, more! :)
    beijinho*

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  9. Ahahah muito boa essa dos brigadeiros xDD

    Clarinha minha linda o capitulo tá lindo, adorei... Agora ela é que devia deixar de ser teimosa e de se sentir insegura e aceitar a gerência do hotel ihih x)

    Quero mais, shim?? :b

    Beijão**
    JúCaa*

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