quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Capítulo 34 - A Verdade (Parte I)

(narrado pela Clara)


Depois de sair do bar, fui em direcção à praia, sentei-me na areia de pernas cruzadas e fiquei a olhar o mar. Vários pensamentos e lembranças me vieram à cabeça. Eu andava a adiar aquele momento por pensar que não era a altura certa e quando finalmente admito a mim própria que estava apaixonada, recebo um pedido de namoro desta maneira. Nem um jantar romântico, ou um ambiente calmo. Foi precisamente à porta do bar, sem sequer ter algo que o tornasse especial. Estarei assim tão errada ou um pedido de namoro é especial? Todas aquelas dúvidas fizeram-me lembrar o Marco, como eu daria tudo para ter recebido um simples pedido de namoro, ainda que fosse nas condições em que hoje o Ruben o fizera. Sem dar conta fui invadida por lembranças, todo o sofrimento, as noites em claro, a vontade enorme de ir ter com ele. Comecei a chorar de forma compulsiva. Eu estava novamente apaixonada e novamente a fugir. Estava a cometer os mesmos erros do passado e não conseguia mudar. Estava com os braços sobre as pernas e as mãos a tentarem parar aquelas lágrimas que teimavam em cair, quando sinto alguém a sentar-se perto de mim e a abraçar-me. Um abraço forte e confortante. Ele não disse nada, limitou-se a estar ali, ao meu lado. Tive vontade de lhe contar toda a história e tomei a decisão de o fazer. O facto de lhe contar iria fazê-lo entender algumas das minhas atitudes.
Limpei as lágrimas e tentei recompor-me. Virei a minha cara até encontrar a dele, aproximei-me e dei-lhe um leve beijo. Voltei a olhar para ele e respirei fundo.

- Quero-te contar uma coisa. – disse-lhe.

- Não precisas de contar nada, a menos que estejas preparada para o fazer.

- Eu estou preparada… - ia começar, mas ele interrompeu-me.

- Clara deixa-me só dizer-te uma coisa. – eu assenti com a cabeça, e ele continuou – Desculpa aquilo lá fora, tu tens razão. O meu pedido de namoro não podia ser assim. Só que eu sinto que estás a ceder e como vamos estar 3 dias separados, queria ter a certeza que quando voltasses não tinhas mudado de ideias.

- Tonto, eu não vou mudar de ideias. Olha bem para mim. – pedi-lhe – Tu fizeste com que eu me apaixonasse por ti. Tu já me conquistaste e o namorarmos ou não, não é importante. O importante é o que sentimos um pelo outro.

- Não concordo, é importante namorarmos sim. Assim eu tenho a certeza que és só minha.

- Eu sou só tua desde o momento em que apareceste na minha vida e a transformaste.

- Tu é que apareceste na minha vida, foste tu que a transformaste e eu só tenho que te agradecer. Mas agora diz lá o que querias falar comigo.

- É um assunto delicado e nem sei como começar.

- Eu estou aqui o tempo que precisares…

Respirei fundo.

– Não é a primeira vez que fujo de alguém, ou melhor, não é a primeira vez que fujo dos meus sentimentos. – fiz uma pequena pausa e continuei – Quando entrei na faculdade e como acontece com toda a gente, conheci várias pessoas, entre elas a Bá. Eu e ela sempre nos demos super bem, criámos logo uma enorme amizade e partilhámos vários momentos. Ela conhece-me muito bem e viveu de perto algo muito especial que aconteceu na minha vida. – estava meio perdida na história, não sabia bem como lhe contar algo que ainda me magoava. Resolvi abordar o assunto de outra maneira – Lembras-te quando reencontrei a Sara? No dia da actividade do surf? – ele respondeu positivamente – Lembraste que o David quis saber quem era o amigo que nos tinha apresentado? – ele disse novamente que sim – Quem nos apresentou foi um grande amigo da Sara, chamado Marco, que era meu colega na faculdade. O Marco era alguém que entrou na minha vida nessa altura. Ele era espectacular, era muito parecido comigo. Não gostava de grandes confusões, era bastante tímido e era um apaixonado pelo futebol, embora não partilhasse comigo o gosto clubístico, pois era do Sporting. Nós sempre fomos muito amigos e ele, tal como a Bá, também sabia tudo da minha vida. Éramos muito cúmplices e às vezes quem não nos conhecia até chegava a perguntar se éramos namorados. Durante grande parte do curso demo-nos apenas como amigos, andávamos os três sempre juntos: eu, a Bá e o Marco. A Bá várias vezes se metia connosco, dizia que nós gostávamos um do outro, mas que éramos demasiado “Tótos”, para dar o primeiro passo. Ele tentou mais que uma vez a aproximação e eu mais que uma vez fugi. Era complicado para mim, eu adorava-o e sabia que se tentássemos algo mais e não desse certo a nossa amizade acabava. O Marco não desistiu, andámos nesta história durante mais de um ano. Até que pouco tempo depois de acabarmos o curso eu fui trabalhar para a empresa do Tiago, onde ainda estou, e ele foi para uma empresa em Vila Franca. Já não nos víamos todos os dias e a saudade começou a apertar. Eu comecei a aperceber-me que se calhar não era só amizade o que eu sentia. – de vez em quando olhava para o Ruben e ele não tirava os olhos de mim, continuei – A Bá entretanto começou a namorar com o Tiago e não descansou enquanto eu não admiti o que realmente sentia pelo Marco. Foi numa saída à noite em que estávamos todos, nós os quatro, mais a Sara e alguns amigos, que aconteceu algo que nunca irei conseguir apagar da minha memória. Nessa noite estávamos todos super divertidos, alguns de nós já estavam relativamente alegres, quer a Bá, quer a Sara não paravam de se meterem comigo. Diziam, “Vá não sejas parva, tu gostas dele, e ele nem se fala. Só têm que resolver as coisas…”, “Yah, ela tem razão, só tens que ir ter com ele, nem precisas de dizer nada, pela tua cara ele sabe logo que mudaste de ideias. Depois dão um beijinho e já está…”. Eu como não estava no meu estado normal acabei por fazer o que elas disseram, fui falar com ele. Admiti que gostava dele e acabámos por combinar no dia seguinte falarmos e resolvermos tudo. Mas essa conversa nunca chegou a acontecer, - ao mesmo tempo que falava, as lágrimas iam caindo dos meus olhos - eu estava sem carro e ele foi-me levar a casa. Quando ia para a sua casa, teve um acidente… - já chorava compulsivamente, o Ruben abraçou-me de tal forma que acalmou parte de mim.

- Pshiu… Calma… - dizia ele tentando acalmar-me.

- Desculpa, mas recordar tudo ainda me faz muita confusão…

- Não te preocupes, é normal… Não passou assim tanto tempo, é natural que ainda te custe falar.


- Obrigado por estares aqui. Por me ouvires e por toda a compreensão. E já agora desculpa a minha atitude lá fora, eu sou mesmo assim. Eu não me atiro de cabeça, penso demasiado no que pode dar errado e por vezes deixo de ser feliz.

- Não tens nem de agradecer nem que pedir desculpa. Eu não devia ter pedido, não nestas condições. Tu és especial, logo o pedido tem que ser especial. Se há alguém que tem que pedir desculpa sou eu.

- Pára, tu tens razão! Estar 3 dias sem ti nesta fase pode prejudicar-nos e eu não quero voltar a perder a oportunidade de ser feliz por causa das minhas inseguranças.

- Do que depender de mim vais continuar a ser feliz, eu já te disse que não vou desistir.

- Eu sei disso, embora não saiba se mereço…

- Se mereces? Óbvio que mereces, toda a gente merece ser feliz, mas alguém que ocupa a sua vida a fazer os outros felizes ainda merece mais…

- Eu só não quero que algum dia te arrependas. Tens a certeza que queres continuar com isto?

- Absoluta.

- Então queres namorar comigo? – perguntei-lhe.

- Não…

- Não?!

- Eu quero namorar contigo, mas quem tem de fazer o pedido sou eu, e  como já te disse tenho de o fazer num momento especial, não assim. Eu posso esperar mais uns dias…

- Mas eu não quero esperar! Amanhã vou para Madrid e só volto no Sábado. Provavelmente só te vou voltar a ver no Domingo depois do jogo, por isso não quero perder mais tempo. Somos nós que tornamos o momento especial e quando se está assim, - olhei para o céu – por baixo de um céu estrelado, numa praia espectacular e a ouvir o barulho das ondas a rebentar… Achas que não é especial? – disse-lhe completamente apaixonada.

- Tu é que és especial, e eu adoro-te. Tens a certeza que não queres esperar?

- Absoluta. Eu estou completamente apaixonada por ti e não quero correr o risco de ficar com dúvidas novamente. Pela primeira vez na minha vida eu não quero pensar, eu quero aproveitar o momento...

- Se é o que queres… - fez uma pausa e olhou-me nos olhos. – Clara, entraste na minha vida e viraste-a do avesso, foi tão fácil apaixonar-me por ti… Todos os adjectivos que eu possa usar para te descrever, ou para descrever o que sinto por ti vão parecer poucos, eu adoro-te. Tu fazes-me feliz, tu fazes-me sentir completo. Tu puseste-me um sorriso na cara quando eu estava com aquela lesão. Tu fizeste com que eu pela primeira vez não tivesse vontade de estar em campo, preferisse ver o jogo ao teu lado e mesmo estando a sofrer com o resultado acalmaste-me. É contigo que eu quero partilhar todos os momentos da minha vida, as alegrias e as tristezas. Eu quero-te na minha vida e é por isso que hoje e aqui, eu te peço que namores comigo, que me deixes entrar na tua vida e que sejas minha… Aceitas? – Perguntou-me já com os olhos a brilhar.

- Sim. Sim Ruben, eu aceito namorar contigo.

Acabo de lhe responder, ele agarra-me e beija-me. O nosso primeiro beijo enquanto namorados foi especial, aquilo que sentíamos um pelo outro passou através daquela troca de carinho. Toda a paixão, amizade e respeito foi transmitida através daquele longo beijo.

- Não achas que exageraste? Aquilo foi um bocado lamechas… - disse-lhe na brincadeira.

- Sim, realmente… Mas está feito e eu não me arrependo, quando estou ao teu lado fico assim… Um bocado lamechas…

Ficámos ali durante mais algum tempo os dois a namorar, mas depois fomos para dentro. Quando lá chegámos o bar já tinha fechado e a Maria já tinha ido embora, restavam no bar a Guigui, o Javi, a Sara e o David. Entrámos de mão dada e com um sorriso nos lábios.

- Ui ui, é impressão minha ou vem aí novidade? – perguntava a Guigui.

Nós não respondemos, limitámo-nos a olhar um para o outro.

- Novidade e fresquinha, não vê as caras de bobos que eles trazem…? - gozava o David.

- Vocês não vão dizer nada? – perguntava a Sara, perante o nosso silêncio.

- O que é que vocês querem saber? – perguntei quebrando o nosso silêncio.

- Olha, queremos saber o óbvio. Já se decidiram? Já namoram? – respondia a Guigui com mais perguntas.

Olhámos novamente um para o outro e fiz sinal ao Ruben para ele contar.

- Sim, a Clarinha aceitou namorar comigo… - dizia enquanto me olhava.

A Sara e a Guigui vieram logo abraçar-me e como estavam muito curiosas levaram-me para longe dos rapazes, pois queriam saber dos pormenores.

- Nem sabes como estou feliz por ti Clarinha, abriste os olhos finalmente… - felicitava-me a Guigui.

- O Ruben é uma pessoa espectacular e ainda por cima adora-te. – completava a Sara.

-Ai o amor, o amor… - gozava a Guigui.

- Menos meninas, não se ponham já aí com suposições. Eu gosto muito dele e acho que ele também gosta de mim. Agora vamos com calma para ver no que isto vai dar. – disse-lhes tentando acalmar a euforia.

- Então e como é que foi? Ele pôs-se de joelhos e pediu para namorares com ele foi? – perguntava a Guigui.

- Não se pôs de joelhos, mas fez assim uma declaração que eu fiquei super derretida e pediu que o deixasse fazer parte da minha vida…

- Oh que fofinho… - dizia a Guigui com ar de gozo.

- Finalmente Clara, agora sim vais deixar que a felicidade faça parte da tua vida. Vais ver que não te vais arrepender. – constatava a Sara – Então e olha lá, já lhe contaste?

- Sim, foi difícil mas teve de ser, não podia começar uma relação assim, a esconder-lhe algo que me fez, e ainda faz, sofrer tanto.

- Fizeste bem. E ele, disse alguma coisa?

- Não, limitou-se a abraçar-me e a dizer-me que eu mereço ser feliz.

- Meninas, vocês vão devolver-me a minha namorada ou quê? – perguntava o Ruben.

- Saudades já Sr. Ruben? – brincava a Guigui.

- Sim, temos que aproveitar ao máximo de tempo juntos, se vou ficar sem ela durante três dias.

- Vais ficar sem ela? – estranhava a Guigui. – Então porquê?

- Vou amanhã de manhã para Madrid.

- Então e já não se diz nada? – insistia a Guigui.

- Não ‘tou a dizer agora? Também só soube à hora do almoço.

- Então e quando é que voltas?

- Sábado à noite.

- Galera que me dizem de ir embora? Amanhã há treino, ‘tou cansadão.

- Sim, também acho melhor irmos, a Clara de manhã tem voo e tem de descansar.

Nisto começamo-nos a dirigir para a rua.

- Sim Sr. namorado cuidadoso… - gozava mais uma vez a Guigui.

- Ah pois Guigui, esse cara desde que ‘tá apaixonado ‘tá muito mané, sempre pensando na Clarinha, sempre falando na Clarinha… Se já era assim antes de ser namorado, agora que é tenho pena dela. Vai sufocar a gata, de tanto cuidado. – completava o David.

- Mas olhem-me bem estes dois… Vocês não têm nada mais interessante para fazer do que meterem-se na minha vida? – remungava o Ruben.

- Por acaso temos. Mas chatear-te é muito mais giro. – respondia a Guigui.

- Vá, já chega. Se for eu a pedir dão-nos uma folga?

- Só porque é você que ‘tá pedindo. – afirmava o David.

- Vá, vamos embora. Não estavas cansado amor? – dizia a Sara tentando desviar as brincadeiras.

- Sim, ‘tou mesmo. Vá galera txauzinho. Boa viagem Clara.

- Obrigada David.

A Sara chegou perto de mim para se despedir – Estou tão feliz por ti amiga. Faz boa viagem e vê se me ligas.

- Não te preocupes, obrigada por tudo Sara.

Ela não me respondeu, piscou-me o olho e entrou no carro.

- Clara, eu não vou dormir em casa e amanhã quando eu chegar tu já deves ter ido embora, por isso, faz boa viagem. Fico à espera que me ligues. – abraçou-me e deu-me um beijo.

- Obrigado e juízo Guigui…

- Adeus pessoal. – despedia-se o Javi. – Boa viagem Clara. Madrid é uma cidade muito bonita. Se precisares de alguma coisa, um bom restaurante, sítios para visitar, avisa que eu conheço bem Madrid.

- Obrigado Javi.

Eles entraram no carro e nós fizemos o mesmo. Ainda antes de arrancarmos em direcção a minha casa o Ruben não resistiu e deu-me mais um beijo.

- Não faças essa cara, é um beijinho para a viagem.

- Sim, porque a viagem é longa.

- Exacto, se calhar é melhor dar outro… - disse chegando-se de novo a mim.

- Parvo!

Fomos os dois a brincar até chegarmos a casa. Ele foi-me levar à porta do apartamento pois queríamos aproveitar todos os segundo para estar juntos.

- A que horas tens de estar no aeroporto?

- O voo é às 11h, mas quero ver se lá estou por volta das 9/ 9.30h, para não andar às pressas.

- Posso-te levar?

- É melhor não, sabes como são os aeroportos. Ainda por cima se te vêm lá começam logo a fazer filmes. Não precisamos que os jornalistas andem já há nossa volta.

- Ok… Tens razão, mas eu ainda não me fui embora e já ‘tou cheio de saudades tuas.

- Também não precisas de ir embora já, entra. Eu também não vou já dormir, tenho de fazer a mala. Se quiseres fazer-me companhia.

- Claro que quero, se eu pudesse só te largava amanhã quando entrasses no avião.

- Exagerado.

Subimos para o meu quarto, eu fui fazer a mala e o Ruben estava entretido a ver televisão. A certa altura pego num vestido para o tirar do cabide e pôr na mala, um vestido preto, liso que ficava bem justo ao corpo.

- Clara?

- Sim?

- Esse vestido é lindo, não o queres vestir para eu ver como te fica?

- Não, visto-o em Madrid, se for necessário.

- Estás a gozar? Vais vestir o vestido para outras pessoas e eu, que sou teu namorado, que te adoro e que te estou a pedir, não vestes? – disse fazendo beicinho.

- Não faças essa cara. Não tem jeito nenhum ir agora vestir o vestido…

- Nem que seja para eu ver? Vá lá Clarinha, fofinha, minha paixão…

- Bem tu andas muito piroso para o meu gosto… Eu visto, mas promete que não me deixas envergonhada.

- Está prometido.

Saí em direcção à casa de banho para vestir o vestido, podia-o ter vestido no quarto, mas não me senti à vontade para o fazer. Vesti o vestido e fui novamente até ao quarto, estava um pouco envergonhada.

- Promete que não gozas. – disse-lhe escondida atrás da porta.

- Já prometi…

Entrei no quarto e senti os seus olhos fixos em mim. Senti-me a corar:


- Tu prometeste. – lembrei-o.

- Desculpa, mas… - levantou-se da cama e veio até perto de mim, – Estás linda… - disse-me enquanto me beijava – Não sei não, a minha miúda a arrasar assim em Madrid, longe de mim. Não sei se estou a gostar... – dizia na brincadeira.

Os beijos começaram a intensificar-se, comecei a sentir as suas mãos a percorrerem cada parte do meu corpo, das costas desciam lentamente até às minhas pernas, fazendo posteriormente o caminho inverso. Senti-o a apertar-me contra ele, aqueles beijos estavam cheios de desejo, cheios de paixão. Começava a tornar-se difícil parar aquele momento, aquele desejo que estávamos a sentir um pelo outro. Enquanto me puxava ainda mais para ele, demos breves passos e atirámo-nos para a cama. De repente deixou a minha boca e começou a descer, primeiro até ao pescoço, depois para o meu ombro, finalizando a sua viagem no meu decote. O ambiente estava quente e descontrolado, cada toque dele fazia-me sentir mais desejo, aquele medo de avançar começou a atormentar-me, enquanto que a vontade de parar era nula.

6 comentários:

  1. Isto está a aquecer.... Gostei

    Continua Clara, está muito bom

    Bjs

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  2. Clara, ao ler entendi o motivo pelo qual te custou escrever, o detalhe do acidente de carro arrepiou-me! Mas está fantástico, conseguis-te transmitir-me o sofrimento dela!! Sei que sabes do que falo!

    Adorei ainda mais o facto de ela finalmente aceitar seguir com a vida em frente e se entregar ao amor!

    Parabéns!

    Continua...

    Bjs

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  3. Como sempre excelente!
    Nem tenho que dizer o quanto adoro a vossa fic meninas.
    Finalmente que a menina Clarinha cede e deixa o Ruben entrar na vida dela.
    Beijinho!
    Espero pelo proximo

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  4. está muito bom :)

    quero mais, por favor xD

    Bj

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  5. ahhh tao lindo!!! é maravilhosa, simplesmete maravilhosa, adoro ler a vossa fic!!!

    mais

    beijos***

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